terça-feira, 7 de agosto de 2012
DIA DO ESTUDANTE 11 DE AGOSTO
Aos Estudantes
Esse dia é somente seu!! Aproveito essa data especial para dar os parabéns a todos que se dedicam aos estudos. O estudante, além de estar constantemente exercitando seus neurônios para expandir seus conhecimentos, está igualmente sujeito a uma série de responsabilidade. Nós somos, além de tudo, a base intelectual e admirável na qual irá depender do progresso de uma estrutura que diariamente necessita de socorro, a que chamamos sociedade. É certo, então, que está na mão de vocês, estudantes, o destino de uma sociedade, de um país, de um mundo! E é por essa causa que inicia uma luta, uma luta que vem a ser o estímulo e o alerta que todos nós deveríamos repensar nesta data. Será que agimos realmente como cidadãos? Será que estamos atuando corretamente para produzirmos e mostrarmos do que somos capazes? Será que procuramos analisar antes de criticar e criticamos com bons argumentos? Será que temos a cara e a coragem para fazer, reivindicar, protestar e criticar sem nos ocultar?
DIA DOS PAIS
História do dia dos pais
Dizem que o primeiro a comemorar o Dia dos Pais foi um jovem chamado Elmesu, na Babilônia, há mais de 4.000 anos. Ele teria esculpido em argila um cartão para seu pai. Mas a instituição de uma data para comemorar esse dia todos os anos é bem mais recente...
Em 1909, a norte-americana Sonora Louise Smart Dodd queria um dia especial para homenagear o pai, William Smart, um veterano da guerra civil que ficou viúvo quando sua esposa teve o sexto bebê e que criou os seis filhos sozinho em uma fazenda no Estado de Washington.
Foi olhando para trás, depois de adulta, que Dodd percebeu a força e generosidade do pai.
O primeiro Dia dos Pais foi comemorado em 19 de junho de 1910, em Spokane, Washington. A rosa foi escolhida como a flor oficial do evento. Os pais vivos deviam ser homenageados com rosas vermelhas e os falecidos com flores brancas. Pouco tempo depois, a comemoração já havia se espalhado por outras cidades americanas. Em 1972, Richard Nixon proclamou oficialmente o terceiro domingo de junho como Dia dos Pais.
O pai brasileiro ganhou um dia especial a partir de 1953. A iniciativa partiu do jornal O Globo do Rio de Janeiro, que se propôs a incentivar a celebração em família, baseado nos sentimentos e costumes cristãos. Primeiro, foi instituído o dia 16 de agosto, dia de São Joaquim. Mas, como o domingo era mais propício para as reuniões de família, a data foi transferida para o segundo domingo de agosto.
Em São Paulo, a data foi formalmente comemorada pela primeira vez em 1955, pelo grupo Emissoras Unidas, que reunia Folha de S. Paulo, TV Record, Rádio Pan-americana e a extinta Rádio São Paulo. O grupo organizou um grande show no antigo auditório da TV Record para marcar a data. Lá, foram premiados Natanael Domingos, o pai mais novo, de 16 anos; Silvio Ferrari, de 96 anos, como o pai mais velho; e Inácio da Silva Costa, de 67 anos, como o campeão em número de filhos, um total de 31. As gravadoras lançaram quatro discos em homenagem aos pais. O maior sucesso foi o baião É Sempre Papai, com letra de Miguel Gustavo, interpretada por Jorge Veiga. O Dia dos Pais acabou contagiando todo o território brasileiro e até hoje é comemorado no segundo domingo de agosto.
Muitos países têm datas especiais para homenagear os pais. A Inglaterra e a Argentina também comemoram a data no terceiro domingo de junho. Na Itália e em Portugal, a homenagem acontece no Dia de São José, 19 de março. Na Austrália, é no segundo domingo de setembro. E na Rússia, no dia 23 de fevereiro.
Autor desconhecido
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Pais em outras culturas
Repouso pós-parto
Em algumas tribos indígenas brasileiras, é costume o pai manter resguardo no lugar da mãe que deu à luz. São quase dois meses de descanso, com alimentação leve e abstenção de sexo. Também para ele são destinados os presentes dados pelos membros da família. Costume machista? Nada disso. É que, para essas sociedades, o pai é o responsável pela existência do filho. O bebê só cresce e se fortalece no útero materno por causa das constantes "visitas" do futuro pai à sua mulher. Esse grande esforço de nove meses de relações sexuais constantes exige repouso, para renovar as energias físicas.
Responsabilidades religiosas
Na cultura judaica tradicional, o pai é responsável pela educação religiosa dos filhos. O destaque fica para a educação do menino, que, a partir dos 7 anos, começa a aprender os rituais religiosos. Com 13 anos, o pai o leva à sinagoga, onde, depois da cerimônia conhecida como Bar-Mitzva, o garoto se torna membro efetivo e participante da comunidade. Nas famílias judaicas, exemplos de patriarcalismo, os pais recebem todo o respeito e obediência dos filhos
Tradição oral
Entre os ciganos, a figura paterna tem papel de destaque. Cabe ao pai a decisão final sobre qualquer atitude dos filhos e é ele quem supervisiona a educação que a mãe dá às crianças. É também o pai quem se encarrega de ensinar aos meninos as técnicas de comércio, forma milenar de sobrevivência do povo cigano. Numa cultura que valoriza a tradição oral, o pai tem o dever de passar para sua descendência os conhecimentos adquiridos nas gerações passadas, como tocar instrumentos musicais (acordeão, violão e violino), fazer artesanato de cobre e falar a língua de seu povo, o romanês. Também é ele quem decide sobre o casamento dos filhos. Namoro? Nem pensar. Os pais da noiva e do noivo se reúnem e definem o dote, pago pela família do futuro marido. O poder do pai sobre os filhos só acaba em caso de casamento desfeito. Nessa situação, o pai não pode mais ver os filhos pelos próximos dez anos. O fim do casamento representa o fim da paternidade.
Autor desconhecido
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"PAI"
Pai tantas coisa eu queria te dizer,
Cresci ao teu lado ,e o tempo passou,
e não sobrou tempo e até coragem
para dizer o quanto você é importante,
na minha vida, no meu dia a dia...
Pai, os momentos mais difíceis de
minha vida, você estava lado meu lado.
Nos momentos de alegria,
estava você lá do meu lado.
E hoje nesse seu dia,
entre todos outros dias,
gostaria muito de estar do teu lado...
Palavras não terei para expressar
o quanto amo você, para dizer-te o
quanto és importante
em minha vida inteira..
Continue sempre assim,
pois se você na altura
do campeonato resolver mudar,
certamente não vai dar certo,
pois gosto de você como você É.
Feliz Dia dos País
Autor desconhecido
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"PAPAI"
domingo, 6 de maio de 2012
UMA QUESTÃO DE ESCOLHA
UMA QUESTÃO DE ESCOLHA.
O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las.
Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples...
Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio.
Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar.
Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer.
É simples..PADRE FABIO DE MELLO
DIA DA MULHER
COMO SURGIU O DIA DA MULHER.
* by: **CANELA**3,
* date: 2012-03-08,
* comments: 1,
* views: 1100
No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano. Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas). Objetivo da Data Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.
DIA DO TRABALHADOR
Dia do Trabalhador no BrasilAté o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.
DIA DAS MAES
sábado, 21 de janeiro de 2012
COMPETENCIA E HABILIDADES NA EDUCAÇAO INFANTIL
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES EDUCAÇÃO INFANTIL
ESTAS IDÉIAS PARA O PLANEJAMENTO NO INÍCIO DO ANO PEGUEI NO BLOG http://educadorasim.blogspot.com ESPECIALIZADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS. AMEI!!
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: MATERNAL III ( 03 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar necessidades e sentimentos;
Interessar-se pela leitura de histórias;
Familiarizar-se com a escrita no cotidiano com livros, revistas, histórias e etc;
Aprender a escutar textos e histórias;
Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
Escolher livros para ler;
Demonstrar capacidades de reconto de histórias;
Participar de pequenas dramatizações;
Reconhecer as vogais;
Identificar os nomes dos colegas;
Copiar seu nome;
Diferenciar escrita de desenhos.
MATEMÁTICA
Estabelecer noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem por exemplo;
Construir conceitos matemáticos: longe, perto, dentro, fora, em cima , embaixo, novo, velho, em frente, atrás, primeiro, último, noite, dia, agora e hoje;
Perceber relações de causa e efeito nas coisa;
Seriar objetos: tamanho, comprimento, espessura;
Construir noção de quantidade: muito, pouco, cheio, vazio, mais, menos, o mesmo tanto;
Descrever qualidades quanto a cor, forma e tamanho;
Agrupamento de objetos ( classificação);
Discriminar e nomear as primárias, as figuras geométricas, grande, pequeno, grosso, fino, alto, baixo, frio, quente, gelado, liso, áspero, leve, pesado, molhado, seco, duro, macio;
Discriminar sabores diversos e odores: salgado, doce, azedo, amargo, agradável e desagradável;
Identificar gradativamente os numerais ( até 5) e as quantidades correspondentes.
ARTES
Manipular diferentes objetos e materiais explorando suas características, entrando em contato com formas diversas de expressão artística;
Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos, ampliando suas possibilidades de expressão e comunicação;
Interessar-se pelas próprias produções e pelas diversas obras artísticas ampliando seus conhecimentos do mundo e da cultura;
Produzir trabalhos de artes, desenvolvendo o gosto e o respeito pelo processo de produção e criação.
MOVIMENTO
Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
Desenvolver atitudes de confiança nas próprias capacidades motoras;
Explorar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento;
Controlar gradualmente o próprio movimento e ajustar habilidades motoras;
Apropriar-se progressivamente da imagem global do corpo, conhecendo e identificando seus elementos;
Desenvolver atitudes de interesse e cuidado com o próprio corpo;
Segurar corretamente o lápis e manejar a tesoura;
Realizar a atividade de enrolar, modelar, rasgar e empilhar;
Deslocar-se com destreza progressiva no espaço.
NATUREZA E SOCIEDADE
Explorar o ambiente para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contatos com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos;
Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;
Estabelecer relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação da espécies e para a qualidade de vida humana.
MÚSICA
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Explorar materiais e escutar obras musicais para propiciar o contato e experiências com a matéria prima da linguagem musical;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: 1º PERÍODO ( 04 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
Criar histórias com sequência lógica;
Fazer reconto de vários estilos de texto;
Transmitir recados;
Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
Reconhecer os nomes dos colegas;
Nomear as letras de seu nome;
Reconhecer, identificar e grafar as letras do alfabeto;
Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
Evoluir da hipótese da escrita, do nível pré-silábico com letras para o silábico
MATEMÁTICA
Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Perceber semelhanças e diferenças entre os objetos , classificando-os a partir de critérios próprios, estabelecendo relações entre eles; manusear sólidos geométricos, percebendo os que rolam ou não;
Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
Identificar gradativamente os numerais ( até 20) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( uso social, contagem,
calendário);
Diferenciar números de letras.
ARTES
Reconhecer as cores básicas em situações de uso;
Evoluir no desenho, usando formas e figuras mais definidas;
Pesquisar e apreciar obras de artes;
Utilizar a rasgadura e a tesoura em situações de recortes;
Modelar livremente , massinha e argila;
MOVIMENTO
Andar, correr, saltar sem dificuldades;
Coordenar movimentos de braços e pernas;
Quicar a bola com as mãos;
Participar de jogos com regras simples;
Identificar e nomear principais partes do corpo.
NATUREZA E SOCIEDADE
Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.
MÚSICA
Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar diferentes estilos musicais;
Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: JARDIM II ( 05 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
Criar histórias com sequência lógica;
Fazer reconto de vários estilos de texto;
Transmitir recados;
Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
Reconhecer os nomes dos colegas;
Nomear as letras de seu nome e de outras palavras que sejam significativas;
Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
Reconhecer palavras em pequenos textos;
Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
Evoluir da hipótese da escrita, do nível silábico para o silábico-alfabético.
Escrever espontaneamente pequenos textos, histórias, versinhos, listas, receitas.
MATEMÁTICA
Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Realizar classificações e ordenações co critérios figurais próprios, evoluindo para a utilização de critérios pré- estabelecidos;reconhecer outras formas geométricas além das básicas : esfera, cubo;
Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
Identificar gradativamente os numerais ( até 50) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
Resolver problemas envolvendo a idéia de adição e subtração .
ARTES
Reconhecer as diversa cores em situações de uso;
Desenhar, fazendo representações de histórias, cenas ouvidas ou vivenciadas;
Pesquisar e apreciar obras de artes;
Fazer dobraduras simples;
Desenhar figura humana com mais detalhes e diferenciação sexual.
Utilizar a tesoura com preensão correta, para fazer recortes livres ou dirigidos;
Modelar livremente , massinha e argila, dando clareza às formas;
MOVIMENTO
Jogar e realizar atividades de desafios , aceitando e respeitando as regras e os resultados;
Quicar a bola com as mãos ou os pés algumas vezes repetidas;
Identificar e nomear mais detalhes do corpo ( sobrancelhas, calcanhar, tornozelo, etc.).
NATUREZA E SOCIEDADE
Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.
MÚSICA
Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar diferentes estilos musicais;
Acompanhar ritmos simples;
Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: ALFABETIZAÇÃO 1º ANO ( 06 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos;
Ler, interpretar, compreender a função social de diversos tipos de textos;
Usar seu repertório lingüístico e buscar estratégias para a construção da base alfabética;
Escrever e ler seu nome completo e identificar o nome completo dos colegas;
Escrever com letra de fôrma e cursiva;
Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
Acrescentar ao seu vocabulário e á escrita palavras com dificuldades ortográficas;
Produzir textos individuais ou coletivos com coerência e sequência lógica;
Evoluir da hipótese da escrita, do silábico- alfabético para o alfabético.
MATEMÁTICA
Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Identificar critérios elaborados por terceiros para classificar e seriar;
Ter idéia de número e compreender seu uso social;
Reconhecer outras formas geométricas: losango, trapézio;
Identificar gradativamente os numerais ( até 100) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
Conhecer gradativamente o sistema de peso e medidas em situações de uso social;
Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
Resolver problemas envolvendo a idéias de adição e subtração .
ARTES
Utilizar a linha de base nos desenhos, que já representam objetos com relação lógica;
Desenhar a figura humana bidimensional com mais detalhes e inicio de perspectiva;
Pesquisar, apreciar e reproduzir obras de artes, reconhecendo diferentes estilos e técnicas;
Ter contato com referências da vida e obra dos pintores/autores;
Recortar gravuras e/ou cenas e montá-las novamente;
Fazer dobraduras direcionadas.
MOVIMENTO
Diferenciar conceitos da lateralidade ( direita/esquerda);
Pilar corda, usar o bambolê;
Participar de jogos de regras mais elaboradas.
NATUREZA E SOCIEDADE
Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.
MÚSICA
Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar e acompanhar diferentes estilos musicais;
Conhecer danças folclóricas e acompanhar coreografias mais complexas;
Reconhecer estilos musicais diferentes;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
Pedagoga Luziane Nonato Pereira
Especializando em Ed. Infantil e Séries Iniciais
http://educadorasim.blogspot.com
Postado por CECI ALCÂNTARA às 15:58
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ESTAS IDÉIAS PARA O PLANEJAMENTO NO INÍCIO DO ANO PEGUEI NO BLOG http://educadorasim.blogspot.com ESPECIALIZADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL E SÉRIES INICIAIS. AMEI!!
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: MATERNAL III ( 03 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar necessidades e sentimentos;
Interessar-se pela leitura de histórias;
Familiarizar-se com a escrita no cotidiano com livros, revistas, histórias e etc;
Aprender a escutar textos e histórias;
Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
Escolher livros para ler;
Demonstrar capacidades de reconto de histórias;
Participar de pequenas dramatizações;
Reconhecer as vogais;
Identificar os nomes dos colegas;
Copiar seu nome;
Diferenciar escrita de desenhos.
MATEMÁTICA
Estabelecer noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem por exemplo;
Construir conceitos matemáticos: longe, perto, dentro, fora, em cima , embaixo, novo, velho, em frente, atrás, primeiro, último, noite, dia, agora e hoje;
Perceber relações de causa e efeito nas coisa;
Seriar objetos: tamanho, comprimento, espessura;
Construir noção de quantidade: muito, pouco, cheio, vazio, mais, menos, o mesmo tanto;
Descrever qualidades quanto a cor, forma e tamanho;
Agrupamento de objetos ( classificação);
Discriminar e nomear as primárias, as figuras geométricas, grande, pequeno, grosso, fino, alto, baixo, frio, quente, gelado, liso, áspero, leve, pesado, molhado, seco, duro, macio;
Discriminar sabores diversos e odores: salgado, doce, azedo, amargo, agradável e desagradável;
Identificar gradativamente os numerais ( até 5) e as quantidades correspondentes.
ARTES
Manipular diferentes objetos e materiais explorando suas características, entrando em contato com formas diversas de expressão artística;
Utilizar diversos materiais gráficos e plásticos, ampliando suas possibilidades de expressão e comunicação;
Interessar-se pelas próprias produções e pelas diversas obras artísticas ampliando seus conhecimentos do mundo e da cultura;
Produzir trabalhos de artes, desenvolvendo o gosto e o respeito pelo processo de produção e criação.
MOVIMENTO
Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
Desenvolver atitudes de confiança nas próprias capacidades motoras;
Explorar os movimentos de preensão, encaixe e lançamento;
Controlar gradualmente o próprio movimento e ajustar habilidades motoras;
Apropriar-se progressivamente da imagem global do corpo, conhecendo e identificando seus elementos;
Desenvolver atitudes de interesse e cuidado com o próprio corpo;
Segurar corretamente o lápis e manejar a tesoura;
Realizar a atividade de enrolar, modelar, rasgar e empilhar;
Deslocar-se com destreza progressiva no espaço.
NATUREZA E SOCIEDADE
Explorar o ambiente para que possa se relacionar com pessoas, estabelecer contatos com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos;
Interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, manifestando opiniões próprias sobre os acontecimentos, buscando informações e confrontando idéias;
Estabelecer relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação da espécies e para a qualidade de vida humana.
MÚSICA
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Explorar materiais e escutar obras musicais para propiciar o contato e experiências com a matéria prima da linguagem musical;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: 1º PERÍODO ( 04 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
Criar histórias com sequência lógica;
Fazer reconto de vários estilos de texto;
Transmitir recados;
Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
Reconhecer os nomes dos colegas;
Nomear as letras de seu nome;
Reconhecer, identificar e grafar as letras do alfabeto;
Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
Evoluir da hipótese da escrita, do nível pré-silábico com letras para o silábico
MATEMÁTICA
Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Perceber semelhanças e diferenças entre os objetos , classificando-os a partir de critérios próprios, estabelecendo relações entre eles; manusear sólidos geométricos, percebendo os que rolam ou não;
Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
Identificar gradativamente os numerais ( até 20) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( uso social, contagem,
calendário);
Diferenciar números de letras.
ARTES
Reconhecer as cores básicas em situações de uso;
Evoluir no desenho, usando formas e figuras mais definidas;
Pesquisar e apreciar obras de artes;
Utilizar a rasgadura e a tesoura em situações de recortes;
Modelar livremente , massinha e argila;
MOVIMENTO
Andar, correr, saltar sem dificuldades;
Coordenar movimentos de braços e pernas;
Quicar a bola com as mãos;
Participar de jogos com regras simples;
Identificar e nomear principais partes do corpo.
NATUREZA E SOCIEDADE
Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.
MÚSICA
Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar diferentes estilos musicais;
Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: JARDIM II ( 05 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos, aprimorando e ampliando o vocabulário;
Fazer registros espontâneos de escrita com objetivos definidos;
Criar histórias com sequência lógica;
Fazer reconto de vários estilos de texto;
Transmitir recados;
Reconhecer a escrita de seu primeiro nome e saber grafá-lo;
Reconhecer os nomes dos colegas;
Nomear as letras de seu nome e de outras palavras que sejam significativas;
Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
Reconhecer palavras em pequenos textos;
Discriminar rótulos e embalagens, identificando os mais utilizados;
Evoluir da hipótese da escrita, do nível silábico para o silábico-alfabético.
Escrever espontaneamente pequenos textos, histórias, versinhos, listas, receitas.
MATEMÁTICA
Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Realizar classificações e ordenações co critérios figurais próprios, evoluindo para a utilização de critérios pré- estabelecidos;reconhecer outras formas geométricas além das básicas : esfera, cubo;
Reconhecer formas geométricas básicas: triângulo, quadrado, círculo e retângulo;
Identificar gradativamente os numerais ( até 50) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
Resolver problemas envolvendo a idéia de adição e subtração .
ARTES
Reconhecer as diversa cores em situações de uso;
Desenhar, fazendo representações de histórias, cenas ouvidas ou vivenciadas;
Pesquisar e apreciar obras de artes;
Fazer dobraduras simples;
Desenhar figura humana com mais detalhes e diferenciação sexual.
Utilizar a tesoura com preensão correta, para fazer recortes livres ou dirigidos;
Modelar livremente , massinha e argila, dando clareza às formas;
MOVIMENTO
Jogar e realizar atividades de desafios , aceitando e respeitando as regras e os resultados;
Quicar a bola com as mãos ou os pés algumas vezes repetidas;
Identificar e nomear mais detalhes do corpo ( sobrancelhas, calcanhar, tornozelo, etc.).
NATUREZA E SOCIEDADE
Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.
MÚSICA
Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar diferentes estilos musicais;
Acompanhar ritmos simples;
Acompanhar coreografias simples e dramatizar músicas.
Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
COMPETÊNCIAS A SEREM DESENVOLVIDAS:
TURMA: ALFABETIZAÇÃO 1º ANO ( 06 ANOS)
ÁREA DO CONHECIMENTO
OBJETIVOS
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA
Demonstrar interesse na leitura de diversas modalidades de textos;
Usar com clareza e boa pronúncia, a linguagem como forma de expressão de idéias, fatos e sentimentos;
Ler, interpretar, compreender a função social de diversos tipos de textos;
Usar seu repertório lingüístico e buscar estratégias para a construção da base alfabética;
Escrever e ler seu nome completo e identificar o nome completo dos colegas;
Escrever com letra de fôrma e cursiva;
Reconhecer, identificar e grafar as famílias silábicas;
Acrescentar ao seu vocabulário e á escrita palavras com dificuldades ortográficas;
Produzir textos individuais ou coletivos com coerência e sequência lógica;
Evoluir da hipótese da escrita, do silábico- alfabético para o alfabético.
MATEMÁTICA
Usar as estruturas lógico matemáticas em situações da vida cotidiana;
Identificar critérios elaborados por terceiros para classificar e seriar;
Ter idéia de número e compreender seu uso social;
Reconhecer outras formas geométricas: losango, trapézio;
Identificar gradativamente os numerais ( até 100) e as quantidades correspondentes;
Fazer registro espontâneos dos numerais em situações de uso funcional ( contagem, uso social, contextualizado);
Conhecer gradativamente o sistema de peso e medidas em situações de uso social;
Conhecer suas medidas de peso, altura e sapato;
Resolver problemas envolvendo a idéias de adição e subtração .
ARTES
Utilizar a linha de base nos desenhos, que já representam objetos com relação lógica;
Desenhar a figura humana bidimensional com mais detalhes e inicio de perspectiva;
Pesquisar, apreciar e reproduzir obras de artes, reconhecendo diferentes estilos e técnicas;
Ter contato com referências da vida e obra dos pintores/autores;
Recortar gravuras e/ou cenas e montá-las novamente;
Fazer dobraduras direcionadas.
MOVIMENTO
Diferenciar conceitos da lateralidade ( direita/esquerda);
Pilar corda, usar o bambolê;
Participar de jogos de regras mais elaboradas.
NATUREZA E SOCIEDADE
Pesquisar fatos contextualizados;
Dar informações sobre dados pessoais;
Ter noção onde mora, onde é sua escola, observando e descrevendo o caminho percorrido;
Vivenciar experiências de natureza química ,física e biológica com grau crescente de dificuldade e profundidade na observação e conclusão;
Associar determinadas atividades aos dias da semana;
Relatar fatos ocorridos com sequência lógica;
Desenvolver hábitos de preservação da saúde e meio ambiente.
MÚSICA
Desenvolver a memória musical;
Explorar livremente , instrumentos e objetos que produzam sons;
Apreciar e acompanhar diferentes estilos musicais;
Conhecer danças folclóricas e acompanhar coreografias mais complexas;
Reconhecer estilos musicais diferentes;
Brincar com música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
Refletir sobre a música como produto cultural do ser humano e importante forma de conhecer e representar o mundo.
Pedagoga Luziane Nonato Pereira
Especializando em Ed. Infantil e Séries Iniciais
http://educadorasim.blogspot.com
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Marcadores: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA EDUCAÇÃO INFANTIL
PLANEJAMENTO ANUAL
PLANEJAMENTO ANUAL/2010 - Berçário II e Maternal (1 ano e meio a 3 anos)
PLANEJAMENTO ANUAL - Berçário II e Maternal (1 ano e meio a 3 anos)
Fase marcada pela descoberta gradual da percepção da gerência das próprias ações através do meio que o cerca. Assim, as atividades para esta fase, devem ser pontuadas com oportunidades em que as crianças possam gradualmente dirigir suas próprias ações, ou seja, as crianças aprendem sobre sí mesmas, suas próprias competências e estabelecem uma relação de interação e confiança com o outro mais próximo, aprendendo desta forma a lidar com com a realidade.
Objetivos:
Transmitir ambiente acolhedor e seguro;
Trabalhar capacidades expressivas;
Desenvolver formas alternativas de consciência corporal;
Relação de independência com o ambiente vivido;
Explorar e utilizar movimentos de preensão, encaixe, lançamento, etc;
Expressar sensações e ritmos corporais através do gestual e linguagem oral;
Desenvolver a audição, percepção e descriminação das diversas manifestações sonoras;
Promover o desenvolvimento da coordenação motora grossa da criança;
Dar ênfase à musicas, parlendas, contos, historietas, rimas, conversas para o desenvolvimento da linguagem oral, etc;
Brincar;
Expressar desejos, sentimentos, necessidades, sentimentos, etc;
Relacionar-se progressivamente com seus pares e os demais;
Conhecer gradualmente seu próprio corpo, seus limites, sensações, etc;
CONTEÚDOS
Cuidados básicos de higiene e saúde como o incentivo ao uso do banheiro/ penico (controle de esfíncteres);
Iniciativa gradual de desconforto perante a presença de urina e fezes;
Incentivo ao uso de escova de dentes;
Estimulação verbal, através de conversas, audição de músicas, sons de brinquedos, contos de histórias curtas, etc;
Incentivo a garatujas através de trabalhos manuais como pintura com lápis de cor, giz de cera e tinta guache;
Estímulo a traçados simples para coordenação motora;
Estimulação e reconhecimento do próprio corpo com conversas, cantos, nomear partes do corpo, etc;
Estimulação tátil com trabalhos manuais com massinhas e argila;;
Reconhecimento visual e tátil através de objetos coloridos, vídeos e livros de histórias com sons e coloridos;
Incentivo e reconhecimento de brincadeiras com brinquedos do tipo encaixe e monta-desmonta;
Incentivo a pedir auxílio em situações cotidianas sempre que necessário;
Apresentação de cores;
Interesse e incentivo em novos alimentos e comer sem ajuda (segurar a colher ou copinho com as mãos);
Músicas com gestuais e cantigas de roda;
Brincadeiras de imitação;
Incentivo à oralidade procurando ampliar o vocabulário com músicas, histórias, conversas, etc;
Realizações de pequenas ações cotidianas para que obtenha autonomia gradualmente;
Brincadeiras livres na sala, no parquinho, para que possa escolher objetos, e espaços agradáveis, etc;
Estimular a autonomia e identidade através do reconhecimento da imagem (atividade com espelho);
Interagir socialmente por intermédio de brincadeiras e jogos que estimulam a criança trocar objetos;
Respeito a regras, limites e boas maneiras, etc;
Identificação de situações de risco e seu ambiente mais próximo;
Participação e interesse em situações que envolva a interação social;
MOVIMENTO - no plano da consciência corporal, nessa idade a criança começa a reconhecer a imagem de seu corpo, o que ocorre principalmente por meio das interações sociais que estabelece diante do espelho. Nessas situações, ela aprende a reconhecer as características físicas que integram a sua pessoa, o que é fundamental para a construção de sua identidade. RECNEI, Vol. 3, p. 23).
Explorar o movimento do próprio corpo em brincadeiras que envolva o canto, gestos, movimentos simultâneo, etc;
Exploração do próprio corpo nas atividades de higiene como o banho, escovação de dentes e lavagem das mãos;
Atividades que permita a descoberta da própria imagem e do outro refletida no espelho;
Mímicas faciais e gestuais, caretas, imitação de bichos, onomatopeias, etc;
Participação em brincadeiras de roda ou de danças circulares;
Cuidado com postura e expressão corporal;
Brincadeiras de esconder com cabaninhas, lençóis, labirintos (riscos no chão com barbante, giz,etc), texturas, areia, etc;
Brincadeiras com materiais que propiciem a descoberta e exploração do movimento;
“Leitura” de histórias com tapetes, almofadas, e brinquedos que convide a concentração;
AVALIAÇÃO - A avaliação do movimento deve ser documentada observando os aspectos referentes a expressividade do movimento e sua dimensão instrumental. Neste contexto, o professor deve atualizar sempre mudanças e conquistas do aluno em questão.
MÚSICA – Aprender música significa integrar experiências que envolvam a vivência , percepção e a reflexão, encaminhando-as para níveis cada vez mais elaborados. (RECNEI, Vol. 3, p. 48).
CONTEÚDOS
Exploração e produção de materiais e a escuta de obras musicais;
Imitação de sons vocais, corporais ou produzidos por instrumentos musicais;
Participação em brincadeiras que tenha músicas e jogos cantados sem esforço vocal;
Interagir com brinquedos e objetos sonoros de percussão como guizos, chocalhos, blocos, sinos, tambores, etc;
Explorar sons corporais como palmas, batidas nas pernas, pés, etc;
Explorar a presença do silêncio como valorização do som;
Escuta de emissoras de rádio para trabalhar a relação som e silêncio;
Participação em jogos cantados como parlendas, acalantos, advinhas, etc;
Utilização de diversos instrumentos de percussão como xilofones, tambores, chocalhos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da música tem um caráter instrumental, ou seja, leva-se em conta as respostas frequentes que estão sujeitas a alterações, tendo em vista não só a forma como as crianças pensam e sentem, mas a natureza do conhecimento musical.
ARTES VISUAIS – As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis. (RECNEI, Vol. 3, p. 85).
Ampliação do conhecimento de mundo manipulando e explorando diferentes objetos e materiais como texturas, tecidos, massinha de farinha de trigo, tinta a base de anilina e trigo, etc;
Observação e identificação de imagens diversas;
Utilização de instrumentos e materiais diversos como papéis, tintas, pincéis, lápis, cola, etc;
Oferecimento de sucatas que possam ser empilhadas, encaixadas, justapostas, etc, em atividades de jogos de construção;
Atividades com desenho e pinturas realizadas com marcas gráficas em diferentes superfícies permitindo variadas possibilidades de impressão, inclusive no próprio corpo;
Representação da própria imagem, sentimentos e experiências corporais;
Utilizar diferentes tipos de objetos para imprimir imagens como pincéis, escovas de dentes, dedos, esponjas, canudos, carimbos, penas, giz de cera, gravetos, palitos,conta-gotas, cotonetes, pentes, barbantes, etc;
Identificar os cuidados necessários como o contato com o próprio corpo e com o corpo dos outros nas atividades trabalhadas nesse conteúdo, principalmente boca, olhos, nariz, pele, quando do manuseio desses materiais, instrumentos e objetos para que não provoque nenhum dano a saúde da criança;
Cuidados com materiais de uso individual e coletivo;
Representações em desenho livre ou de foi observado;
Estabelecer relações⁄comentários por meio de apreciações com seu universo coa pessoas, animais, cenas familiares, formas, linhas, etc;
Observação de corpos em movimento pesquisados em revistas, fotos, vídeos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Artes deve ser a partir da exploração de diversos materiais e a possibilidade de expressar-se por meio deles.
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA – Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade. (RECNEI, Vol. 3, p. 117)
Uso da linguagem oral em conversas e comunicação na manifestação de desejos, vontades, necessidades, sentimentos e diversas interações sociais presentes no dia-a-dia;
Observação e manuseio de materiais impressos como livros, jornais, revistas, etc;
Participação em situações de leitura e escrita de diferentes genêros como histórias infantis, lendas, parlendas, etc;
Ampliação das capacidades linguísticas na produção de palavras novas e frases com fluência;
Desenvolvimento da linguagem escrita diante de ambiente de Letramento com jornais, livros, gibis, rótulos, etc ;
“Ler” jornais, revistas, gibis, encartes de jornais, histórias infantis,etc;
Produção de textos tendo como “escriba” o (a) professor(a);
Atividades de oralidades e escuta com músicas, parlendas, contos, versos, poemas, etc;
Utilização de textos impressos como recurso para o Letramento como embalagens, cartazes, cartas, cartões postais, slogans, etc, tendo a preocupação de lê-los para as crianças e registrar em papel a vista quando houver necessidade;
Utilização de variados jogos de escrita, de acordo com a faixa etária, ou letras móveis, etc;
Utilização do gravador de voz como recurso didático para posterior audição da fala, em entrevistas, leituras de poesias, músicas, conversas, perguntas e respostas, etc;
Uso do computador para que as crianças tenham acesso a máquina, ao teclado, edições de textos com letras, nomes, etc, sempre com o auxílio do professor(a);
AVALIAÇÃO - A avaliação nesta área, ocorre sempre em participação de interlocução, interação e exploração da linguagem oral e também na presença de materiais escritos,desde que se vivencie o prazer.
NATUREZA E SOCIEDADE – No trabalho com esse eixo, as crianças tomam gradativamente a consciência do mundo que a cerca...Reconhece os fenômenos sociais e naturais identificadas no contexto nos quais ocorrem. (RECNEI, Vol. 3, p. 169).
Brincadeiras vinculadas a cultura;
Exploração e manipulação do ambiente natural (contato com plantas, animais areia, etc);
Interação social para a construção de uma visão de mundo natural significativa;
Possibilidade de ampliação do repertório de conhecimentos a respeito do mundo social e natural;
Interação com adultos e crianças de idades diferenciadas em brincadeiras, exploração de espaços, contato com a natureza, etc;
Noções básicas necessárias com o trato com animais, identificação de perigos que oferecem, higiene ao tocá-los, etc;
Atividades que constituam experiências com as plantas, seu cultivo, cuidados, preservação, etc;
Refletir sobre seu meio social e sua ação na sociedade e na natureza;
Observação e percepção dos componentes da paisagem local e se possível das mudanças ocorridas nelas;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Natureza e Sociedade é entendida como fonte valiosa de informação sobre o processo de interação social e o aprendizado na exploração do ambiente imediato. O contato com a natureza é de fundamental importância para expôr ideias, hipóteses e opiniões. Nesse caso, o professor(a) deve oportunizar atividades relevantes e prazerosas para que possa haver um verdadeiro exercício de avaliação.
MATEMÀTICA – As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais, etc) são construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio, pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que podem ser compartilhados. As crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhes permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. (RECNEI, Vol. 3, p. 213).
Utilização de contagem oral de números em músicas, jogos cantados, brincadeiras, etc para que reconheçam que estas estão presentes no cotidiano;
Comunicação, manipulação e exploração de quantidades numéricas utilizando a linguagem oral;
Observação de escritas numéricas nos diferentes contextos em que se encontram;
Utilização de circuitos numéricos para andar, pular, correr;
Refletir e identificar sobre as possibilidades de estabelecer variadas relações de comparação,quantidades, representações mentais, etc;
Noção da relação dos conceitos matemáticos entre objeto e quantidade;
Atividades como construções de torres, pistas de carrinhos e cidades com blocos de madeira ou encaixe para representar o espaço numa outra dimensão;
Organizar espaços com brinquedos e objetos que contenham números como telefones, relógios, máquina de calcular, etc;
Utilização do recurso do tempo com calendários, números de alunos presentes e ausentes na chamadinha, contagem de quantos dias faltam para o aniversário ou qualquer outro evento, etc;
Comparação do tamanho dos pés, altura, peso em gráficos;
Utilização de jogos com números;
Contagem oral e visual de sequência numérica;
AVALIAÇÃO - A avaliação nessa faixa etária, está centrada na relação de diálogo na resolução de problemas, responder perguntas, comunicar e registrar e comunicar qualquer ideia matemática.
Postado por CECI ALCÂNTARA às 14:48
PLANEJAMENTO ANUAL - Berçário II e Maternal (1 ano e meio a 3 anos)
Fase marcada pela descoberta gradual da percepção da gerência das próprias ações através do meio que o cerca. Assim, as atividades para esta fase, devem ser pontuadas com oportunidades em que as crianças possam gradualmente dirigir suas próprias ações, ou seja, as crianças aprendem sobre sí mesmas, suas próprias competências e estabelecem uma relação de interação e confiança com o outro mais próximo, aprendendo desta forma a lidar com com a realidade.
Objetivos:
Transmitir ambiente acolhedor e seguro;
Trabalhar capacidades expressivas;
Desenvolver formas alternativas de consciência corporal;
Relação de independência com o ambiente vivido;
Explorar e utilizar movimentos de preensão, encaixe, lançamento, etc;
Expressar sensações e ritmos corporais através do gestual e linguagem oral;
Desenvolver a audição, percepção e descriminação das diversas manifestações sonoras;
Promover o desenvolvimento da coordenação motora grossa da criança;
Dar ênfase à musicas, parlendas, contos, historietas, rimas, conversas para o desenvolvimento da linguagem oral, etc;
Brincar;
Expressar desejos, sentimentos, necessidades, sentimentos, etc;
Relacionar-se progressivamente com seus pares e os demais;
Conhecer gradualmente seu próprio corpo, seus limites, sensações, etc;
CONTEÚDOS
Cuidados básicos de higiene e saúde como o incentivo ao uso do banheiro/ penico (controle de esfíncteres);
Iniciativa gradual de desconforto perante a presença de urina e fezes;
Incentivo ao uso de escova de dentes;
Estimulação verbal, através de conversas, audição de músicas, sons de brinquedos, contos de histórias curtas, etc;
Incentivo a garatujas através de trabalhos manuais como pintura com lápis de cor, giz de cera e tinta guache;
Estímulo a traçados simples para coordenação motora;
Estimulação e reconhecimento do próprio corpo com conversas, cantos, nomear partes do corpo, etc;
Estimulação tátil com trabalhos manuais com massinhas e argila;;
Reconhecimento visual e tátil através de objetos coloridos, vídeos e livros de histórias com sons e coloridos;
Incentivo e reconhecimento de brincadeiras com brinquedos do tipo encaixe e monta-desmonta;
Incentivo a pedir auxílio em situações cotidianas sempre que necessário;
Apresentação de cores;
Interesse e incentivo em novos alimentos e comer sem ajuda (segurar a colher ou copinho com as mãos);
Músicas com gestuais e cantigas de roda;
Brincadeiras de imitação;
Incentivo à oralidade procurando ampliar o vocabulário com músicas, histórias, conversas, etc;
Realizações de pequenas ações cotidianas para que obtenha autonomia gradualmente;
Brincadeiras livres na sala, no parquinho, para que possa escolher objetos, e espaços agradáveis, etc;
Estimular a autonomia e identidade através do reconhecimento da imagem (atividade com espelho);
Interagir socialmente por intermédio de brincadeiras e jogos que estimulam a criança trocar objetos;
Respeito a regras, limites e boas maneiras, etc;
Identificação de situações de risco e seu ambiente mais próximo;
Participação e interesse em situações que envolva a interação social;
MOVIMENTO - no plano da consciência corporal, nessa idade a criança começa a reconhecer a imagem de seu corpo, o que ocorre principalmente por meio das interações sociais que estabelece diante do espelho. Nessas situações, ela aprende a reconhecer as características físicas que integram a sua pessoa, o que é fundamental para a construção de sua identidade. RECNEI, Vol. 3, p. 23).
Explorar o movimento do próprio corpo em brincadeiras que envolva o canto, gestos, movimentos simultâneo, etc;
Exploração do próprio corpo nas atividades de higiene como o banho, escovação de dentes e lavagem das mãos;
Atividades que permita a descoberta da própria imagem e do outro refletida no espelho;
Mímicas faciais e gestuais, caretas, imitação de bichos, onomatopeias, etc;
Participação em brincadeiras de roda ou de danças circulares;
Cuidado com postura e expressão corporal;
Brincadeiras de esconder com cabaninhas, lençóis, labirintos (riscos no chão com barbante, giz,etc), texturas, areia, etc;
Brincadeiras com materiais que propiciem a descoberta e exploração do movimento;
“Leitura” de histórias com tapetes, almofadas, e brinquedos que convide a concentração;
AVALIAÇÃO - A avaliação do movimento deve ser documentada observando os aspectos referentes a expressividade do movimento e sua dimensão instrumental. Neste contexto, o professor deve atualizar sempre mudanças e conquistas do aluno em questão.
MÚSICA – Aprender música significa integrar experiências que envolvam a vivência , percepção e a reflexão, encaminhando-as para níveis cada vez mais elaborados. (RECNEI, Vol. 3, p. 48).
CONTEÚDOS
Exploração e produção de materiais e a escuta de obras musicais;
Imitação de sons vocais, corporais ou produzidos por instrumentos musicais;
Participação em brincadeiras que tenha músicas e jogos cantados sem esforço vocal;
Interagir com brinquedos e objetos sonoros de percussão como guizos, chocalhos, blocos, sinos, tambores, etc;
Explorar sons corporais como palmas, batidas nas pernas, pés, etc;
Explorar a presença do silêncio como valorização do som;
Escuta de emissoras de rádio para trabalhar a relação som e silêncio;
Participação em jogos cantados como parlendas, acalantos, advinhas, etc;
Utilização de diversos instrumentos de percussão como xilofones, tambores, chocalhos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da música tem um caráter instrumental, ou seja, leva-se em conta as respostas frequentes que estão sujeitas a alterações, tendo em vista não só a forma como as crianças pensam e sentem, mas a natureza do conhecimento musical.
ARTES VISUAIS – As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis. (RECNEI, Vol. 3, p. 85).
Ampliação do conhecimento de mundo manipulando e explorando diferentes objetos e materiais como texturas, tecidos, massinha de farinha de trigo, tinta a base de anilina e trigo, etc;
Observação e identificação de imagens diversas;
Utilização de instrumentos e materiais diversos como papéis, tintas, pincéis, lápis, cola, etc;
Oferecimento de sucatas que possam ser empilhadas, encaixadas, justapostas, etc, em atividades de jogos de construção;
Atividades com desenho e pinturas realizadas com marcas gráficas em diferentes superfícies permitindo variadas possibilidades de impressão, inclusive no próprio corpo;
Representação da própria imagem, sentimentos e experiências corporais;
Utilizar diferentes tipos de objetos para imprimir imagens como pincéis, escovas de dentes, dedos, esponjas, canudos, carimbos, penas, giz de cera, gravetos, palitos,conta-gotas, cotonetes, pentes, barbantes, etc;
Identificar os cuidados necessários como o contato com o próprio corpo e com o corpo dos outros nas atividades trabalhadas nesse conteúdo, principalmente boca, olhos, nariz, pele, quando do manuseio desses materiais, instrumentos e objetos para que não provoque nenhum dano a saúde da criança;
Cuidados com materiais de uso individual e coletivo;
Representações em desenho livre ou de foi observado;
Estabelecer relações⁄comentários por meio de apreciações com seu universo coa pessoas, animais, cenas familiares, formas, linhas, etc;
Observação de corpos em movimento pesquisados em revistas, fotos, vídeos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Artes deve ser a partir da exploração de diversos materiais e a possibilidade de expressar-se por meio deles.
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA – Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade. (RECNEI, Vol. 3, p. 117)
Uso da linguagem oral em conversas e comunicação na manifestação de desejos, vontades, necessidades, sentimentos e diversas interações sociais presentes no dia-a-dia;
Observação e manuseio de materiais impressos como livros, jornais, revistas, etc;
Participação em situações de leitura e escrita de diferentes genêros como histórias infantis, lendas, parlendas, etc;
Ampliação das capacidades linguísticas na produção de palavras novas e frases com fluência;
Desenvolvimento da linguagem escrita diante de ambiente de Letramento com jornais, livros, gibis, rótulos, etc ;
“Ler” jornais, revistas, gibis, encartes de jornais, histórias infantis,etc;
Produção de textos tendo como “escriba” o (a) professor(a);
Atividades de oralidades e escuta com músicas, parlendas, contos, versos, poemas, etc;
Utilização de textos impressos como recurso para o Letramento como embalagens, cartazes, cartas, cartões postais, slogans, etc, tendo a preocupação de lê-los para as crianças e registrar em papel a vista quando houver necessidade;
Utilização de variados jogos de escrita, de acordo com a faixa etária, ou letras móveis, etc;
Utilização do gravador de voz como recurso didático para posterior audição da fala, em entrevistas, leituras de poesias, músicas, conversas, perguntas e respostas, etc;
Uso do computador para que as crianças tenham acesso a máquina, ao teclado, edições de textos com letras, nomes, etc, sempre com o auxílio do professor(a);
AVALIAÇÃO - A avaliação nesta área, ocorre sempre em participação de interlocução, interação e exploração da linguagem oral e também na presença de materiais escritos,desde que se vivencie o prazer.
NATUREZA E SOCIEDADE – No trabalho com esse eixo, as crianças tomam gradativamente a consciência do mundo que a cerca...Reconhece os fenômenos sociais e naturais identificadas no contexto nos quais ocorrem. (RECNEI, Vol. 3, p. 169).
Brincadeiras vinculadas a cultura;
Exploração e manipulação do ambiente natural (contato com plantas, animais areia, etc);
Interação social para a construção de uma visão de mundo natural significativa;
Possibilidade de ampliação do repertório de conhecimentos a respeito do mundo social e natural;
Interação com adultos e crianças de idades diferenciadas em brincadeiras, exploração de espaços, contato com a natureza, etc;
Noções básicas necessárias com o trato com animais, identificação de perigos que oferecem, higiene ao tocá-los, etc;
Atividades que constituam experiências com as plantas, seu cultivo, cuidados, preservação, etc;
Refletir sobre seu meio social e sua ação na sociedade e na natureza;
Observação e percepção dos componentes da paisagem local e se possível das mudanças ocorridas nelas;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Natureza e Sociedade é entendida como fonte valiosa de informação sobre o processo de interação social e o aprendizado na exploração do ambiente imediato. O contato com a natureza é de fundamental importância para expôr ideias, hipóteses e opiniões. Nesse caso, o professor(a) deve oportunizar atividades relevantes e prazerosas para que possa haver um verdadeiro exercício de avaliação.
MATEMÀTICA – As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais, etc) são construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio, pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que podem ser compartilhados. As crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhes permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. (RECNEI, Vol. 3, p. 213).
Utilização de contagem oral de números em músicas, jogos cantados, brincadeiras, etc para que reconheçam que estas estão presentes no cotidiano;
Comunicação, manipulação e exploração de quantidades numéricas utilizando a linguagem oral;
Observação de escritas numéricas nos diferentes contextos em que se encontram;
Utilização de circuitos numéricos para andar, pular, correr;
Refletir e identificar sobre as possibilidades de estabelecer variadas relações de comparação,quantidades, representações mentais, etc;
Noção da relação dos conceitos matemáticos entre objeto e quantidade;
Atividades como construções de torres, pistas de carrinhos e cidades com blocos de madeira ou encaixe para representar o espaço numa outra dimensão;
Organizar espaços com brinquedos e objetos que contenham números como telefones, relógios, máquina de calcular, etc;
Utilização do recurso do tempo com calendários, números de alunos presentes e ausentes na chamadinha, contagem de quantos dias faltam para o aniversário ou qualquer outro evento, etc;
Comparação do tamanho dos pés, altura, peso em gráficos;
Utilização de jogos com números;
Contagem oral e visual de sequência numérica;
AVALIAÇÃO - A avaliação nessa faixa etária, está centrada na relação de diálogo na resolução de problemas, responder perguntas, comunicar e registrar e comunicar qualquer ideia matemática.
Postado por CECI ALCÂNTARA às 14:48
PLANEJAMENTO ANUAL
PLANEJAMENTO ANUAL/2010 - Berçário II e Maternal (1 ano e meio a 3 anos)
PLANEJAMENTO ANUAL - Berçário II e Maternal (1 ano e meio a 3 anos)
Fase marcada pela descoberta gradual da percepção da gerência das próprias ações através do meio que o cerca. Assim, as atividades para esta fase, devem ser pontuadas com oportunidades em que as crianças possam gradualmente dirigir suas próprias ações, ou seja, as crianças aprendem sobre sí mesmas, suas próprias competências e estabelecem uma relação de interação e confiança com o outro mais próximo, aprendendo desta forma a lidar com com a realidade.
Objetivos:
Transmitir ambiente acolhedor e seguro;
Trabalhar capacidades expressivas;
Desenvolver formas alternativas de consciência corporal;
Relação de independência com o ambiente vivido;
Explorar e utilizar movimentos de preensão, encaixe, lançamento, etc;
Expressar sensações e ritmos corporais através do gestual e linguagem oral;
Desenvolver a audição, percepção e descriminação das diversas manifestações sonoras;
Promover o desenvolvimento da coordenação motora grossa da criança;
Dar ênfase à musicas, parlendas, contos, historietas, rimas, conversas para o desenvolvimento da linguagem oral, etc;
Brincar;
Expressar desejos, sentimentos, necessidades, sentimentos, etc;
Relacionar-se progressivamente com seus pares e os demais;
Conhecer gradualmente seu próprio corpo, seus limites, sensações, etc;
CONTEÚDOS
Cuidados básicos de higiene e saúde como o incentivo ao uso do banheiro/ penico (controle de esfíncteres);
Iniciativa gradual de desconforto perante a presença de urina e fezes;
Incentivo ao uso de escova de dentes;
Estimulação verbal, através de conversas, audição de músicas, sons de brinquedos, contos de histórias curtas, etc;
Incentivo a garatujas através de trabalhos manuais como pintura com lápis de cor, giz de cera e tinta guache;
Estímulo a traçados simples para coordenação motora;
Estimulação e reconhecimento do próprio corpo com conversas, cantos, nomear partes do corpo, etc;
Estimulação tátil com trabalhos manuais com massinhas e argila;;
Reconhecimento visual e tátil através de objetos coloridos, vídeos e livros de histórias com sons e coloridos;
Incentivo e reconhecimento de brincadeiras com brinquedos do tipo encaixe e monta-desmonta;
Incentivo a pedir auxílio em situações cotidianas sempre que necessário;
Apresentação de cores;
Interesse e incentivo em novos alimentos e comer sem ajuda (segurar a colher ou copinho com as mãos);
Músicas com gestuais e cantigas de roda;
Brincadeiras de imitação;
Incentivo à oralidade procurando ampliar o vocabulário com músicas, histórias, conversas, etc;
Realizações de pequenas ações cotidianas para que obtenha autonomia gradualmente;
Brincadeiras livres na sala, no parquinho, para que possa escolher objetos, e espaços agradáveis, etc;
Estimular a autonomia e identidade através do reconhecimento da imagem (atividade com espelho);
Interagir socialmente por intermédio de brincadeiras e jogos que estimulam a criança trocar objetos;
Respeito a regras, limites e boas maneiras, etc;
Identificação de situações de risco e seu ambiente mais próximo;
Participação e interesse em situações que envolva a interação social;
MOVIMENTO - no plano da consciência corporal, nessa idade a criança começa a reconhecer a imagem de seu corpo, o que ocorre principalmente por meio das interações sociais que estabelece diante do espelho. Nessas situações, ela aprende a reconhecer as características físicas que integram a sua pessoa, o que é fundamental para a construção de sua identidade. RECNEI, Vol. 3, p. 23).
Explorar o movimento do próprio corpo em brincadeiras que envolva o canto, gestos, movimentos simultâneo, etc;
Exploração do próprio corpo nas atividades de higiene como o banho, escovação de dentes e lavagem das mãos;
Atividades que permita a descoberta da própria imagem e do outro refletida no espelho;
Mímicas faciais e gestuais, caretas, imitação de bichos, onomatopeias, etc;
Participação em brincadeiras de roda ou de danças circulares;
Cuidado com postura e expressão corporal;
Brincadeiras de esconder com cabaninhas, lençóis, labirintos (riscos no chão com barbante, giz,etc), texturas, areia, etc;
Brincadeiras com materiais que propiciem a descoberta e exploração do movimento;
“Leitura” de histórias com tapetes, almofadas, e brinquedos que convide a concentração;
AVALIAÇÃO - A avaliação do movimento deve ser documentada observando os aspectos referentes a expressividade do movimento e sua dimensão instrumental. Neste contexto, o professor deve atualizar sempre mudanças e conquistas do aluno em questão.
MÚSICA – Aprender música significa integrar experiências que envolvam a vivência , percepção e a reflexão, encaminhando-as para níveis cada vez mais elaborados. (RECNEI, Vol. 3, p. 48).
CONTEÚDOS
Exploração e produção de materiais e a escuta de obras musicais;
Imitação de sons vocais, corporais ou produzidos por instrumentos musicais;
Participação em brincadeiras que tenha músicas e jogos cantados sem esforço vocal;
Interagir com brinquedos e objetos sonoros de percussão como guizos, chocalhos, blocos, sinos, tambores, etc;
Explorar sons corporais como palmas, batidas nas pernas, pés, etc;
Explorar a presença do silêncio como valorização do som;
Escuta de emissoras de rádio para trabalhar a relação som e silêncio;
Participação em jogos cantados como parlendas, acalantos, advinhas, etc;
Utilização de diversos instrumentos de percussão como xilofones, tambores, chocalhos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da música tem um caráter instrumental, ou seja, leva-se em conta as respostas frequentes que estão sujeitas a alterações, tendo em vista não só a forma como as crianças pensam e sentem, mas a natureza do conhecimento musical.
ARTES VISUAIS – As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis. (RECNEI, Vol. 3, p. 85).
Ampliação do conhecimento de mundo manipulando e explorando diferentes objetos e materiais como texturas, tecidos, massinha de farinha de trigo, tinta a base de anilina e trigo, etc;
Observação e identificação de imagens diversas;
Utilização de instrumentos e materiais diversos como papéis, tintas, pincéis, lápis, cola, etc;
Oferecimento de sucatas que possam ser empilhadas, encaixadas, justapostas, etc, em atividades de jogos de construção;
Atividades com desenho e pinturas realizadas com marcas gráficas em diferentes superfícies permitindo variadas possibilidades de impressão, inclusive no próprio corpo;
Representação da própria imagem, sentimentos e experiências corporais;
Utilizar diferentes tipos de objetos para imprimir imagens como pincéis, escovas de dentes, dedos, esponjas, canudos, carimbos, penas, giz de cera, gravetos, palitos,conta-gotas, cotonetes, pentes, barbantes, etc;
Identificar os cuidados necessários como o contato com o próprio corpo e com o corpo dos outros nas atividades trabalhadas nesse conteúdo, principalmente boca, olhos, nariz, pele, quando do manuseio desses materiais, instrumentos e objetos para que não provoque nenhum dano a saúde da criança;
Cuidados com materiais de uso individual e coletivo;
Representações em desenho livre ou de foi observado;
Estabelecer relações⁄comentários por meio de apreciações com seu universo coa pessoas, animais, cenas familiares, formas, linhas, etc;
Observação de corpos em movimento pesquisados em revistas, fotos, vídeos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Artes deve ser a partir da exploração de diversos materiais e a possibilidade de expressar-se por meio deles.
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA – Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade. (RECNEI, Vol. 3, p. 117)
Uso da linguagem oral em conversas e comunicação na manifestação de desejos, vontades, necessidades, sentimentos e diversas interações sociais presentes no dia-a-dia;
Observação e manuseio de materiais impressos como livros, jornais, revistas, etc;
Participação em situações de leitura e escrita de diferentes genêros como histórias infantis, lendas, parlendas, etc;
Ampliação das capacidades linguísticas na produção de palavras novas e frases com fluência;
Desenvolvimento da linguagem escrita diante de ambiente de Letramento com jornais, livros, gibis, rótulos, etc ;
“Ler” jornais, revistas, gibis, encartes de jornais, histórias infantis,etc;
Produção de textos tendo como “escriba” o (a) professor(a);
Atividades de oralidades e escuta com músicas, parlendas, contos, versos, poemas, etc;
Utilização de textos impressos como recurso para o Letramento como embalagens, cartazes, cartas, cartões postais, slogans, etc, tendo a preocupação de lê-los para as crianças e registrar em papel a vista quando houver necessidade;
Utilização de variados jogos de escrita, de acordo com a faixa etária, ou letras móveis, etc;
Utilização do gravador de voz como recurso didático para posterior audição da fala, em entrevistas, leituras de poesias, músicas, conversas, perguntas e respostas, etc;
Uso do computador para que as crianças tenham acesso a máquina, ao teclado, edições de textos com letras, nomes, etc, sempre com o auxílio do professor(a);
AVALIAÇÃO - A avaliação nesta área, ocorre sempre em participação de interlocução, interação e exploração da linguagem oral e também na presença de materiais escritos,desde que se vivencie o prazer.
NATUREZA E SOCIEDADE – No trabalho com esse eixo, as crianças tomam gradativamente a consciência do mundo que a cerca...Reconhece os fenômenos sociais e naturais identificadas no contexto nos quais ocorrem. (RECNEI, Vol. 3, p. 169).
Brincadeiras vinculadas a cultura;
Exploração e manipulação do ambiente natural (contato com plantas, animais areia, etc);
Interação social para a construção de uma visão de mundo natural significativa;
Possibilidade de ampliação do repertório de conhecimentos a respeito do mundo social e natural;
Interação com adultos e crianças de idades diferenciadas em brincadeiras, exploração de espaços, contato com a natureza, etc;
Noções básicas necessárias com o trato com animais, identificação de perigos que oferecem, higiene ao tocá-los, etc;
Atividades que constituam experiências com as plantas, seu cultivo, cuidados, preservação, etc;
Refletir sobre seu meio social e sua ação na sociedade e na natureza;
Observação e percepção dos componentes da paisagem local e se possível das mudanças ocorridas nelas;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Natureza e Sociedade é entendida como fonte valiosa de informação sobre o processo de interação social e o aprendizado na exploração do ambiente imediato. O contato com a natureza é de fundamental importância para expôr ideias, hipóteses e opiniões. Nesse caso, o professor(a) deve oportunizar atividades relevantes e prazerosas para que possa haver um verdadeiro exercício de avaliação.
MATEMÀTICA – As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais, etc) são construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio, pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que podem ser compartilhados. As crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhes permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. (RECNEI, Vol. 3, p. 213).
Utilização de contagem oral de números em músicas, jogos cantados, brincadeiras, etc para que reconheçam que estas estão presentes no cotidiano;
Comunicação, manipulação e exploração de quantidades numéricas utilizando a linguagem oral;
Observação de escritas numéricas nos diferentes contextos em que se encontram;
Utilização de circuitos numéricos para andar, pular, correr;
Refletir e identificar sobre as possibilidades de estabelecer variadas relações de comparação,quantidades, representações mentais, etc;
Noção da relação dos conceitos matemáticos entre objeto e quantidade;
Atividades como construções de torres, pistas de carrinhos e cidades com blocos de madeira ou encaixe para representar o espaço numa outra dimensão;
Organizar espaços com brinquedos e objetos que contenham números como telefones, relógios, máquina de calcular, etc;
Utilização do recurso do tempo com calendários, números de alunos presentes e ausentes na chamadinha, contagem de quantos dias faltam para o aniversário ou qualquer outro evento, etc;
Comparação do tamanho dos pés, altura, peso em gráficos;
Utilização de jogos com números;
Contagem oral e visual de sequência numérica;
AVALIAÇÃO - A avaliação nessa faixa etária, está centrada na relação de diálogo na resolução de problemas, responder perguntas, comunicar e registrar e comunicar qualquer ideia matemática.
Postado por CECI ALCÂNTARA às 14:48
PLANEJAMENTO ANUAL - Berçário II e Maternal (1 ano e meio a 3 anos)
Fase marcada pela descoberta gradual da percepção da gerência das próprias ações através do meio que o cerca. Assim, as atividades para esta fase, devem ser pontuadas com oportunidades em que as crianças possam gradualmente dirigir suas próprias ações, ou seja, as crianças aprendem sobre sí mesmas, suas próprias competências e estabelecem uma relação de interação e confiança com o outro mais próximo, aprendendo desta forma a lidar com com a realidade.
Objetivos:
Transmitir ambiente acolhedor e seguro;
Trabalhar capacidades expressivas;
Desenvolver formas alternativas de consciência corporal;
Relação de independência com o ambiente vivido;
Explorar e utilizar movimentos de preensão, encaixe, lançamento, etc;
Expressar sensações e ritmos corporais através do gestual e linguagem oral;
Desenvolver a audição, percepção e descriminação das diversas manifestações sonoras;
Promover o desenvolvimento da coordenação motora grossa da criança;
Dar ênfase à musicas, parlendas, contos, historietas, rimas, conversas para o desenvolvimento da linguagem oral, etc;
Brincar;
Expressar desejos, sentimentos, necessidades, sentimentos, etc;
Relacionar-se progressivamente com seus pares e os demais;
Conhecer gradualmente seu próprio corpo, seus limites, sensações, etc;
CONTEÚDOS
Cuidados básicos de higiene e saúde como o incentivo ao uso do banheiro/ penico (controle de esfíncteres);
Iniciativa gradual de desconforto perante a presença de urina e fezes;
Incentivo ao uso de escova de dentes;
Estimulação verbal, através de conversas, audição de músicas, sons de brinquedos, contos de histórias curtas, etc;
Incentivo a garatujas através de trabalhos manuais como pintura com lápis de cor, giz de cera e tinta guache;
Estímulo a traçados simples para coordenação motora;
Estimulação e reconhecimento do próprio corpo com conversas, cantos, nomear partes do corpo, etc;
Estimulação tátil com trabalhos manuais com massinhas e argila;;
Reconhecimento visual e tátil através de objetos coloridos, vídeos e livros de histórias com sons e coloridos;
Incentivo e reconhecimento de brincadeiras com brinquedos do tipo encaixe e monta-desmonta;
Incentivo a pedir auxílio em situações cotidianas sempre que necessário;
Apresentação de cores;
Interesse e incentivo em novos alimentos e comer sem ajuda (segurar a colher ou copinho com as mãos);
Músicas com gestuais e cantigas de roda;
Brincadeiras de imitação;
Incentivo à oralidade procurando ampliar o vocabulário com músicas, histórias, conversas, etc;
Realizações de pequenas ações cotidianas para que obtenha autonomia gradualmente;
Brincadeiras livres na sala, no parquinho, para que possa escolher objetos, e espaços agradáveis, etc;
Estimular a autonomia e identidade através do reconhecimento da imagem (atividade com espelho);
Interagir socialmente por intermédio de brincadeiras e jogos que estimulam a criança trocar objetos;
Respeito a regras, limites e boas maneiras, etc;
Identificação de situações de risco e seu ambiente mais próximo;
Participação e interesse em situações que envolva a interação social;
MOVIMENTO - no plano da consciência corporal, nessa idade a criança começa a reconhecer a imagem de seu corpo, o que ocorre principalmente por meio das interações sociais que estabelece diante do espelho. Nessas situações, ela aprende a reconhecer as características físicas que integram a sua pessoa, o que é fundamental para a construção de sua identidade. RECNEI, Vol. 3, p. 23).
Explorar o movimento do próprio corpo em brincadeiras que envolva o canto, gestos, movimentos simultâneo, etc;
Exploração do próprio corpo nas atividades de higiene como o banho, escovação de dentes e lavagem das mãos;
Atividades que permita a descoberta da própria imagem e do outro refletida no espelho;
Mímicas faciais e gestuais, caretas, imitação de bichos, onomatopeias, etc;
Participação em brincadeiras de roda ou de danças circulares;
Cuidado com postura e expressão corporal;
Brincadeiras de esconder com cabaninhas, lençóis, labirintos (riscos no chão com barbante, giz,etc), texturas, areia, etc;
Brincadeiras com materiais que propiciem a descoberta e exploração do movimento;
“Leitura” de histórias com tapetes, almofadas, e brinquedos que convide a concentração;
AVALIAÇÃO - A avaliação do movimento deve ser documentada observando os aspectos referentes a expressividade do movimento e sua dimensão instrumental. Neste contexto, o professor deve atualizar sempre mudanças e conquistas do aluno em questão.
MÚSICA – Aprender música significa integrar experiências que envolvam a vivência , percepção e a reflexão, encaminhando-as para níveis cada vez mais elaborados. (RECNEI, Vol. 3, p. 48).
CONTEÚDOS
Exploração e produção de materiais e a escuta de obras musicais;
Imitação de sons vocais, corporais ou produzidos por instrumentos musicais;
Participação em brincadeiras que tenha músicas e jogos cantados sem esforço vocal;
Interagir com brinquedos e objetos sonoros de percussão como guizos, chocalhos, blocos, sinos, tambores, etc;
Explorar sons corporais como palmas, batidas nas pernas, pés, etc;
Explorar a presença do silêncio como valorização do som;
Escuta de emissoras de rádio para trabalhar a relação som e silêncio;
Participação em jogos cantados como parlendas, acalantos, advinhas, etc;
Utilização de diversos instrumentos de percussão como xilofones, tambores, chocalhos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da música tem um caráter instrumental, ou seja, leva-se em conta as respostas frequentes que estão sujeitas a alterações, tendo em vista não só a forma como as crianças pensam e sentem, mas a natureza do conhecimento musical.
ARTES VISUAIS – As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar no chão, na areia e nos muros, ao utilizar materiais encontrados ao acaso (gravetos, pedras, carvão), ao pintar os objetos e até mesmo seu próprio corpo, a criança pode utilizar-se das Artes Visuais para expressar experiências sensíveis. (RECNEI, Vol. 3, p. 85).
Ampliação do conhecimento de mundo manipulando e explorando diferentes objetos e materiais como texturas, tecidos, massinha de farinha de trigo, tinta a base de anilina e trigo, etc;
Observação e identificação de imagens diversas;
Utilização de instrumentos e materiais diversos como papéis, tintas, pincéis, lápis, cola, etc;
Oferecimento de sucatas que possam ser empilhadas, encaixadas, justapostas, etc, em atividades de jogos de construção;
Atividades com desenho e pinturas realizadas com marcas gráficas em diferentes superfícies permitindo variadas possibilidades de impressão, inclusive no próprio corpo;
Representação da própria imagem, sentimentos e experiências corporais;
Utilizar diferentes tipos de objetos para imprimir imagens como pincéis, escovas de dentes, dedos, esponjas, canudos, carimbos, penas, giz de cera, gravetos, palitos,conta-gotas, cotonetes, pentes, barbantes, etc;
Identificar os cuidados necessários como o contato com o próprio corpo e com o corpo dos outros nas atividades trabalhadas nesse conteúdo, principalmente boca, olhos, nariz, pele, quando do manuseio desses materiais, instrumentos e objetos para que não provoque nenhum dano a saúde da criança;
Cuidados com materiais de uso individual e coletivo;
Representações em desenho livre ou de foi observado;
Estabelecer relações⁄comentários por meio de apreciações com seu universo coa pessoas, animais, cenas familiares, formas, linhas, etc;
Observação de corpos em movimento pesquisados em revistas, fotos, vídeos, etc;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Artes deve ser a partir da exploração de diversos materiais e a possibilidade de expressar-se por meio deles.
LINGUAGEM ORAL E ESCRITA – Aprender uma língua não é somente aprender as palavras, mas também os seus significados culturais, e, com eles, os modos pelos quais as pessoas do seu meio sociocultural entendem, interpretam e representam a realidade. (RECNEI, Vol. 3, p. 117)
Uso da linguagem oral em conversas e comunicação na manifestação de desejos, vontades, necessidades, sentimentos e diversas interações sociais presentes no dia-a-dia;
Observação e manuseio de materiais impressos como livros, jornais, revistas, etc;
Participação em situações de leitura e escrita de diferentes genêros como histórias infantis, lendas, parlendas, etc;
Ampliação das capacidades linguísticas na produção de palavras novas e frases com fluência;
Desenvolvimento da linguagem escrita diante de ambiente de Letramento com jornais, livros, gibis, rótulos, etc ;
“Ler” jornais, revistas, gibis, encartes de jornais, histórias infantis,etc;
Produção de textos tendo como “escriba” o (a) professor(a);
Atividades de oralidades e escuta com músicas, parlendas, contos, versos, poemas, etc;
Utilização de textos impressos como recurso para o Letramento como embalagens, cartazes, cartas, cartões postais, slogans, etc, tendo a preocupação de lê-los para as crianças e registrar em papel a vista quando houver necessidade;
Utilização de variados jogos de escrita, de acordo com a faixa etária, ou letras móveis, etc;
Utilização do gravador de voz como recurso didático para posterior audição da fala, em entrevistas, leituras de poesias, músicas, conversas, perguntas e respostas, etc;
Uso do computador para que as crianças tenham acesso a máquina, ao teclado, edições de textos com letras, nomes, etc, sempre com o auxílio do professor(a);
AVALIAÇÃO - A avaliação nesta área, ocorre sempre em participação de interlocução, interação e exploração da linguagem oral e também na presença de materiais escritos,desde que se vivencie o prazer.
NATUREZA E SOCIEDADE – No trabalho com esse eixo, as crianças tomam gradativamente a consciência do mundo que a cerca...Reconhece os fenômenos sociais e naturais identificadas no contexto nos quais ocorrem. (RECNEI, Vol. 3, p. 169).
Brincadeiras vinculadas a cultura;
Exploração e manipulação do ambiente natural (contato com plantas, animais areia, etc);
Interação social para a construção de uma visão de mundo natural significativa;
Possibilidade de ampliação do repertório de conhecimentos a respeito do mundo social e natural;
Interação com adultos e crianças de idades diferenciadas em brincadeiras, exploração de espaços, contato com a natureza, etc;
Noções básicas necessárias com o trato com animais, identificação de perigos que oferecem, higiene ao tocá-los, etc;
Atividades que constituam experiências com as plantas, seu cultivo, cuidados, preservação, etc;
Refletir sobre seu meio social e sua ação na sociedade e na natureza;
Observação e percepção dos componentes da paisagem local e se possível das mudanças ocorridas nelas;
AVALIAÇÃO - A avaliação na área da Natureza e Sociedade é entendida como fonte valiosa de informação sobre o processo de interação social e o aprendizado na exploração do ambiente imediato. O contato com a natureza é de fundamental importância para expôr ideias, hipóteses e opiniões. Nesse caso, o professor(a) deve oportunizar atividades relevantes e prazerosas para que possa haver um verdadeiro exercício de avaliação.
MATEMÀTICA – As noções matemáticas (contagem, relações quantitativas e espaciais, etc) são construídas pelas crianças a partir das experiências proporcionadas pelas interações com o meio, pelo intercâmbio com outras pessoas que possuem interesses, conhecimentos e necessidades que podem ser compartilhados. As crianças têm e podem ter várias experiências com o universo matemático e outros que lhes permitem fazer descobertas, tecer relações, organizar o pensamento, o raciocínio lógico, situar-se e localizar-se espacialmente. (RECNEI, Vol. 3, p. 213).
Utilização de contagem oral de números em músicas, jogos cantados, brincadeiras, etc para que reconheçam que estas estão presentes no cotidiano;
Comunicação, manipulação e exploração de quantidades numéricas utilizando a linguagem oral;
Observação de escritas numéricas nos diferentes contextos em que se encontram;
Utilização de circuitos numéricos para andar, pular, correr;
Refletir e identificar sobre as possibilidades de estabelecer variadas relações de comparação,quantidades, representações mentais, etc;
Noção da relação dos conceitos matemáticos entre objeto e quantidade;
Atividades como construções de torres, pistas de carrinhos e cidades com blocos de madeira ou encaixe para representar o espaço numa outra dimensão;
Organizar espaços com brinquedos e objetos que contenham números como telefones, relógios, máquina de calcular, etc;
Utilização do recurso do tempo com calendários, números de alunos presentes e ausentes na chamadinha, contagem de quantos dias faltam para o aniversário ou qualquer outro evento, etc;
Comparação do tamanho dos pés, altura, peso em gráficos;
Utilização de jogos com números;
Contagem oral e visual de sequência numérica;
AVALIAÇÃO - A avaliação nessa faixa etária, está centrada na relação de diálogo na resolução de problemas, responder perguntas, comunicar e registrar e comunicar qualquer ideia matemática.
Postado por CECI ALCÂNTARA às 14:48
domingo, 12 de junho de 2011
O CERTO E O ERRADO DA MÚSICA
=== PARTE 1 ====
O certo e o errado na iniciação musical
Orquestra afinada Cantar muito Varie o repertório. Se você se sentir muito desafinado, recorra aos CDs. Alguns foram feitos para esse fim, como Músicas Folclóricas Brasileiras e Festas na Escola (Ed. G4, 15 reais cada). Outras opções são os livros acompanhados de CD O Tesouro das Cantigas para Crianças (Vol. 1 e 2, Ana Maria Machado, Ed. Nova Fronteira, 35 reais cada) e Cadernos de Atividades (Roseli Lepique e Mônica Lima, Ed. G4, 30 reais).
Brincar de roda É uma forma divertida de fazer a criança cantar, apurar a afinação, a percepção rítmica e melódica. O livro Brincando de Roda (Íris Costa Novaes, Ed. Agir, esgotado) traz uma série de sugestões.
Assistir a filmes Uma sugestão é o vídeo Pedro e o Lobo, da coleção Meus Contos Favoritos (Disney, 26,50 reais). As crianças poderão conhecer o som de diferentes instrumentos da orquestra.
Contar histórias As crianças gostam de ouvir, de contar e de cantar histórias. Use fantoches e proponha dramatizações. Ajuda nessa atividade o CD Mil Pássaros (Palavra Cantada, 22 reais).
Bater bola Bater a bola no chão (como no basquete) desenvolve o senso rítmico e a manutenção do andamento. É um desafio para crianças mais novas. Outra brincadeira tradicional, de bater bola na parede, pegá-la de volta realizando malabarismos enquanto se recita uma parlenda, também estimula muito a construção do controle rítmico.
Adivinhar Guarde em uma caixa objetos com sons diferentes: sininhos, chocalhos, apitos de pássaros, reco-reco, latas, flauta. No primeiro momento, deixe a turma olhar e experimentar. Depois, cubra os olhos das crianças e faça você o som, para que elas tentem descobrir o objeto. É um exercício preparatório para a percepção do timbre.
Pular corda Parece simples: duas crianças giram a corda e outra pula. Mas na atividade as crianças desenvolvem a nada trivial capacidade de prever o tempo rítmico. As crianças que giram a corda, por mais "ensaiadas", variam a velocidade. É como a dinâmica, nada constante, de um quinteto de jazz que interpreta uma canção. Há uma variação normal do movimento. A criança que pula tem de prever o movimento e pular no instante certo, se adaptando ao que vai acontecer e não ao que já aconteceu.
Construir objetos sonoros Encha potinhos de plástico ou latinhas de refrigerante (tenha o cuidado de pintá-los da mesma cor) com diferentes materiais (pedrinhas, botões, milho, arroz) e mostre às crianças as diferenças de sons (graves, médios e agudos). Depois peça a elas para organizá-los do mais grave para o mais agudo e vice-versa. O exercício pode evoluir para o toque do xilofone. O ideal é usar os que podem ser desmontados, para que a criança remonte seguindo as ordens acima.
Escutar o ambiente Convide todos a fechar os olhos e escutar. Depois converse sobre o que ouviram. Sons naturais (canto dos pássaros, latido de cães, vozes, vento, chuva) ou produzidos por máquinas e instrumentos musicais. Vale a pena também passear com as crianças pela escola para que elas observem os sons do cotidiano nos diferentes ambientes, como pátio, cozinha, corredores. Depois as crianças podem fazer mapas registrando suas observações, o que vai estimular a audição.
Tocar flauta doce Muitas secretarias de educação e escolas particulares têm adotado o uso da flauta na educação musical. É um instrumento fácil de ser dominado a partir de 5 anos. Você também pode aprender rapidamente. Um livro bastante usado é o Método de Flauta Doce, com CDs (Editora G4, 30 reais), que traz 22 músicas (com a melodia e apenas com o acompanhamento).
Ih, desafinou!
- É um erro pensar que trabalhando somente a letra da música você está fazendo educação musical. Nesse caso, você apenas está trabalhando poesia.
- É um equívoco trabalhar a música apenas em ocasiões especiais, sem que se faça um planejamento a longo prazo
- Evite usar a música somente para formar hábitos e atitudes - como lavar as mãos, escovar os dentes - ou para ajudar a memorizar números ou letras do alfabeto. Essas canções costumam ser acompanhadas por gestos corporais que são imitados pelas crianças de forma mecânica, sem criatividade.
- Focar as atividades em bandinhas rítmicas ou na confecção de instrumentos de sucata também não é recomendável. Esse material geralmente fica com uma qualidade sonora deficiente e reforça a imitação, deixando pouco espaço para as
"A educação é o processo pelo qual o indivíduo desenvolve a condição humana, com todos os
seus poderes funcionando com harmonia e completa, em relação à natureza e à sociedade. Além do mais, era o mesmo processo pelo qual a humanidade, como um todo, se elevando do plano animal e continuaria a se desenvolver até sua condição atual. Implica tanto a evolução individual quanto a universal". ( Friedrich Froebel )
seus poderes funcionando com harmonia e completa, em relação à natureza e à sociedade. Além do mais, era o mesmo processo pelo qual a humanidade, como um todo, se elevando do plano animal e continuaria a se desenvolver até sua condição atual. Implica tanto a evolução individual quanto a universal". ( Friedrich Froebel )
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Seqüência Didática
Seqüência: A Matemática do futebol
Serie: 1º semestre EJA
Disciplina: Matemática
Cursista:Francisca Assis da Silva Carvalho
Tempo previsto Duas aulas
Temas a serem trabalhados
Tratamento da informação
Comparação numérica
Adição e subtração
Multiplicação
Espaço e forma
Objetivos
Interpretar dados em tabelas e gráficos
Comparar grandezas da mesma natureza por meio de estratégias pessoais
Representar algumas formas geométricas
Resolver situações problemas envolvendo multiplicação e subtração.

1º momento: Fazer um breve questionamento sobre o que eles sabem sobre o futebol no Brasil e quando chegou levá-los para o laboratório de computação para que eles façam um à pesquisa sobre o que é futebol e a medida exata de um campo de futebol oficial, futsal e da quadra esportiva.
2º momento: Pedir que a classe identificasse as figuras geométricas pintadas no gramado - retângulos, circunferências, semicircunferências e quadrantes, também que eles calculem as áreas da pequena e da grande área, mas desta vez utilizando a fórmula do comprimento vezes largura, pensar diferentes organizações para as mesas da sala de aula sem deslocá-las. Ao estimar que o piso de um lado da sala tem 30 lajotas e que as carteiras ocupam quase três delas, fica fácil concluir que não se podem colocar dez mesas em uma só fileira (vai faltar espaço para circular). E resolução de situações problemas .
3º momento: Em seguida fazer a leitura do texto sobre iniciando a conversa sobre esportes, após a leitura retirar os dados para montar um gráfico sobre os times preferidos da sala. A partir dos dados da tabela, os alunos podem comparar os resultados de cada time ou jogador. Peça que, agora, eles organizem a tabela em ordem crescente – qual time tem a maior preferência. Realizar um a reflexão sobre a violência no esporte e a importância de cada um respeitar o outro.
3º momento: Em seguida fazer a leitura do texto sobre iniciando a conversa sobre esportes, após a leitura retirar os dados para montar um gráfico sobre os times preferidos da sala. A partir dos dados da tabela, os alunos podem comparar os resultados de cada time ou jogador. Peça que, agora, eles organizem a tabela em ordem crescente – qual time tem a maior preferência. Realizar um a reflexão sobre a violência no esporte e a importância de cada um respeitar o outro.
Temas transversais Ética
Respeito mútuo
Solidariedade
Avaliação Através dos resultados obtidos no decorrer das aulas, na resolução dos exercícios e atividades, o professor deverá avaliar capacidade dos alunos de: - Identificar as unidades de medida como aplicação dos conceitos de sistema decimal.
terça-feira, 7 de junho de 2011
Vamos brincar de jogo dos palitos?
Olá Amigos,
Tudo bem?
Hoje eu trouxe uma brincadeira bem divertida pra animar a nossa quinta-feira.
Normalmente as brincadeiras que eu ensino são as que eu aprendi no colégio ou então com os meus amigos do bairro onde moro, porém a brincadeira de hoje quem me ensinou foi o vovô.
Ele me disse que quando ele tinha a minha idade já brincava e se divertia bastante com esta brincadeira.
Então eu vou parar de mistério e dizer que brincadeira é essa. O nome é:
JOGO DOS PALITINHOS
Vamos aprender?
Material: Pequenos palitinhos, sem ponta. Na falta de palitos, podem ser bolinhas de gude, pedrinhas, bolinhas de papel amassadas, enfim, qualquer objeto desde que sejam todos do mesmo tamanho e formato.
Objetivo: Acertar o número de palitos que está na mão dos adversários, mais os palitos que estão na sua mão.
Pra começar, cada jogador terá em mãos 3 palitos.
Em cada partida, cada jogador poderá escolher com quantos palitos vai jogar. Portanto, podem ser 1, 2, 3 ou nenhum.
Os palitos que não forem utilizados na rodada ficarão escondidos na outra mão.
O jogo começa quando todos os participantes colocam pra frente uma das mãos fechadas e com os palitos.
Cada jogador deverá dizer um número que deverá ser correspondente à quantidade de palitos em sua mão somado à quantidade de palitos das mãos dos outros jogadores.
Depois que todos disserem um número, todos deverão abrir as mãos e contar quantos palitos realmente estavam na rodada.
Vencerá quem acertar o número correto.
Olá Amigos,
Tudo bem?
Hoje eu trouxe uma brincadeira bem divertida pra animar a nossa quinta-feira.
Normalmente as brincadeiras que eu ensino são as que eu aprendi no colégio ou então com os meus amigos do bairro onde moro, porém a brincadeira de hoje quem me ensinou foi o vovô.
Ele me disse que quando ele tinha a minha idade já brincava e se divertia bastante com esta brincadeira.
Então eu vou parar de mistério e dizer que brincadeira é essa. O nome é:
JOGO DOS PALITINHOS
Vamos aprender?
Material: Pequenos palitinhos, sem ponta. Na falta de palitos, podem ser bolinhas de gude, pedrinhas, bolinhas de papel amassadas, enfim, qualquer objeto desde que sejam todos do mesmo tamanho e formato.
Objetivo: Acertar o número de palitos que está na mão dos adversários, mais os palitos que estão na sua mão.
Pra começar, cada jogador terá em mãos 3 palitos.
Em cada partida, cada jogador poderá escolher com quantos palitos vai jogar. Portanto, podem ser 1, 2, 3 ou nenhum.
Os palitos que não forem utilizados na rodada ficarão escondidos na outra mão.
O jogo começa quando todos os participantes colocam pra frente uma das mãos fechadas e com os palitos.
Cada jogador deverá dizer um número que deverá ser correspondente à quantidade de palitos em sua mão somado à quantidade de palitos das mãos dos outros jogadores.
Depois que todos disserem um número, todos deverão abrir as mãos e contar quantos palitos realmente estavam na rodada.
Vencerá quem acertar o número correto.
FESTA JUNINA
História da Festa Junina e tradições
Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões
Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões
Origem da Festa Junina
Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Festas Juninas no Nordeste
Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas
Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.
Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições
As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
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